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04/08/2011
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27/07/2011
Nessa época do ano lembramos do quanto uma lareira na sala pode ser um objeto imprescindível de conforto e momentos em família aquecidos pelo fogo. Saiba como sua casa pode ficar mais aconchegante, mesmo se não for possível ter uma lareira.
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16/12/2010
Texto por Lucia Freitas:
Lá estão os anjinhos de madeira, pintados e pirogravados, saindo de novo da caixa. A cada Natal, são eles que trazem o sorriso e o brilho no olhar. A história destes enfeites já tem muitos anos. Começou quando eu tinha uns 13 ou 14 anos e minha família já tinha se acostumado à nova vida no casarão confortável no Alto de Pinheiros.
Apesar do novo endereço, a tradição de Natal se mantinha. Quando as aulas acabavam, a preparação da festa começava. Ir ao Ceasa escolher a árvore – o cheiro das tuias é inesquecível e muitas delas cresceram no jardim de casa conosco. De volta para casa ela sempre ficava ali na sala de visitas, ao lado da lareira.
Era hora de desempacotar presépio e enfeites para a árvore e para a casa. O presépio sempre ficou ao lado da árvore, instalado confortavelmente na lareira. Na porta, o tradicional arranjo, que eu e minha mãe enfeitamos com pinhas do nosso pinheirão, devidamente pintadas de dourado.
Em geral, dia 24, a ceia era na casa da vó Ecléa, sogra da madrinha, reunindo toda a família da minha mãe. Dia 25 era tradição depois que minha avó paterna morreu: todos se reuniam na nossa casa. Festão. Vinham não só meus tios por parte de pai, mas os primos, a família da mamãe e mais alguns amigos e parentes. Muitos traziam pratos de comida ou frutas, ô delícia.
Nesta época, não lembro exatamente a que altura, minha madrinha, irmã da minha mãe, começou a fazer artesanato. Além das lindas caixas, que eram trabalhadas em pirogravura e diversas técnicas, ela ensinou a mim e à minha mãe a fazer alguns enfeites para a árvore de natal. Foi ótimo, pois o estoque de bolas estava baixo e de criar nossos próprios enfeites nos entusiasmou.
Lembro, agora, que naquele ano, o Natal começou muito antes. Aos cheiros de tuia, pinhas, cerejas (eu adoro cereja!) misturam-se na memória os aromas da madeira queimada, das tintas, de cola. Aromas de fazer Natal. Fazer caixas especiais para cada um: qual é o tema preferido da vovó? E do papai? Lembro de cada presente ainda hoje, impressionante!
A diversão se estendeu além dos presentes. A uma altura, as duas inventaram de mandar fazer anjos em madeira para enfeitar nossas árvores de natal. São eles que até hoje iluminam meus olhos quando vejo pendurados na árvore, na casa da minha mãe. Lembranças de 10 centímetros de altura de uma adolescente que ainda vive nesta mulher.
Fazer os anjos foi um treino de paciência, para uma moça impaciente e perfeccionista, em primeiro lugar. Guiada pelas palavras “iguaizinhos, bem direitinho”, trabalhei tardes e mais tardes no ateliê da tia. Escolhia as cores com carinho – o mesmo cuidado que, muitos anos depois, escolheria as cores para as capas das revistas que fiz. Pintava com capricho, bem certinho dentro das linhas pirogravadas. Cada um deles me lembra disso.
São estes anjos, junto com o menino Jesus que herdamos da vovó Esther, que marcam o meu Natal até hoje. Os anjos na árvore, iluminados agora pelas luzes. O menino Jesus que colocamos na manjedoura no dia 24, à meia noite. Duas memórias iluminadas que brotam da infância e, com certeza, vão comigo até o final da caminhada.
Bio: Lucia Freitas, jornalista e blogueira, caiu na rede e não quer mais sair. Fundadora do LuluzinhaCamp (http://www.luluzinhacamp.com/), mantém o Ladybug Brasil (http://www.ladybugbrazil.com/
) e colabora com outros tantos blogs.
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16/12/2010
Texto por Samantha Shiraishi:
Há um ano eu planejava o primeiro Natal na minha casa. Estranho falar isso – ainda mais considerando que em 2011 comemoraremos 15 anos de casamento - mas eu nunca tinha tido o prazer de planejar a ceia em casa, a festa inteira, os detalhes dos guardanapos decorados, das velas na mesa, dos arranjos com as frutas secas e oleaginosas, o que comer e beber do nosso jeito. A festa de Natal sempre foi um momento de estar com os avós, dividindo o tempo entre a casa da sogra e a casa da mãe. De repente eu decidi que era hora de começar uma nova tradição aqui.
E foi um dia feliz. Tinha o que a gente gosta de comer e de beber, teve presentes e jogamos videogame até cansar depois. Mas não teve o que as festas em família têm de melhor: a bagunça, os desacertos, a confusão, a discussão por bobagens, as lembranças sem fim dos micos e dos sucessos dos natais passados, aquela tia que resolve contar suas histórias mil vezes, o avô falando como eram as festas no sítio, a avó que faz questão de orar e abençoar a ceia com todos de mãos dadas agradecendo o nascimento de Jesus, a comilança de sobremesas que nos deixam culpados por dias, a bebedeira que deixa o tio caido no sofá...
Neste ano a gente aprendeu: mesmo que na correria do final de ano sem férias vamos para a casa dos avós no sul. É bom inovar sim - pedimos para não ter o tradicional peru que ninguém come e farei uma quinoua com amêndoas no lugar do arroz - mas não precisamos abrir mão dos pequenos prazeres que estes encontros nos trazem e que são o registro do que somos, da nossa intimidade, da nossa casa, nossa família. A torta de nozes da minha mãe, por exemplo, não pode faltar. Do mesmo jeito é a tarde de coxinhas que minha sogra faz no dia 24 e reune todos para a troca de presentes do amigo secreto, ciente de que tem que ter jogo de cintura para reunir os filhos sem deixar de dar espaço para as outras sogras terem seus momentos de rainhas no Natal.
E assim, na decisão do que comer e beber, no abre e fecha da Consul, do aperitivo ao prato principal, somos contadores da história das nossas famílias registrando neste momento (nos vídeos e fotos destas festas) um pouco do que somos, do que nossas famílias têm de melhor e do que queremos que as novas gerações sejam.
Se identificou? Conte aí, no seu Natal o que não pode faltar na comemoração? O que faz as festas de final de ano terem gosto de família?
Bio: Sam Shiraishi, do blog A Vida Como A Vida Quer, é casada com @gnsbrasil, mãe de 2 meninos geeks. Também é jornalista em mídia social, envolvida com blogs maternos, sustentabilidade e educação - e está no Twitter como @samegui
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14/12/2010
Etiqueta: você já ouviu muito sobre isso e, na maioria das vezes, quando alguém toca no assunto parece tratar-se de algo cheio de regras complicadas. Quem é que nunca teve a sensação de que vai sempre dar alguma gafe por não estar por dentro de tudo o que envolve as boas maneiras?
Pois a Consul já vai desmistificar essa história: etiqueta não é para ser complicado nem inatingível. A prova disso é uma constatação básica: chique mesmo é quem sabe receber os amigos queridos em casa e fazê-los se sentir bem e à vontade, simples assim.
O que poucos se lembram é de que a etiqueta depende completamente da cultura do local; em cada país, cidade, tribo, comunidade, as regras podem mudar. O que isso significa? Que o mais adequado a fazer é seguir os hábitos da sua própria cultura e fazer o jantar da forma com que todos se sentirão melhor.
Ninguém tem garçom em casa, portanto é preciso adaptar e ser chique do seu jeito. O que ainda vale são regrinhas como o posicionamento dos talheres e copos sobre a mesa, e sabe por que? Porque eles facilitam o manuseio! O garfo deve ficar à esquerda e a faca à direita, para que não se precise trocá-los de mão na hora de comer. Os copos ficam à direita, afinal esta é a mão que a maioria das pessoas usa para beber. Outra dica é já colocar os talheres de sobremesa acima do prato. Para um toque de charme, providencie um pratinho menor para o couvert (pãozinho com manteiga) à esquerda do prato. E por cima dele, coloque um belo guardanapo dobrado de forma diferente.
Outras dicas universais: não fale muito alto e isso não é frescura. Falar alto demais impede as outras pessoas de conversar, pode incomodar. Assim como palitar os dentes. É o mesmo princípio de falar com a boca cheia: é desagradável para quem está por perto. Na dúvida, a solução é sempre o bom senso. Se aquilo pode incomodar alguém, não deve ser feito.
Uma linda mesa, ou aparador, também contribui no bem estar sabia? Enfeite com flores baixas - caso contrário as pessoas de lados opostos da mesa não conseguem se ver nem conversar. Misturar cores de tons parecidos, como uma toalha rosa clara e pratos com desenhos de rosa forte e flores nas mesmas tonalidades funciona muito bem. Ah, e evite alimentos difíceis de comer, como mexilhões e lagosta, isso é dar chance demais para que alguém não saiba como agir ou acabe fazendo comida voar do prato e deixar convidado constrangido não é legal!
Portanto, relaxe e pense nos seus convidados acima de tudo e numa noite muito feliz. A Consul está na torcida para que seus jantares assim como a ceia de Natal sejam muito especiais! Depois conta pra gente como foi a sua?
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09/12/2010
É hora de festa! Você está há muito tempo pensando nesta noite, mas chegou o momento de efetivamente começar a preparar tudo. A Consul quer saber: você está com o cardápio pronto, as receitas separadas? Comprou todos os ingredientes antes para não precisar sair correndo pra comprar mais farinha? E a decoração da casa, está pronta? Ufa! Quantas coisas precisamos pensar quando recebemos a família e os amigos em casa. Mas não se desespere, a Consul está aqui justamente para ajudar você nessa tarefa importante. E melhor: com a antecedência necessária para você se preparar com calma e fazer uma linda festa!
Vamos ao primeiro ponto: a comida. Você está acompanhando as receitas das vídeo-aulas feitas pela Bete que postamos aqui, certo? É um primeiro passo certeiro para a escolha de pratos gostosos. Uma vez decidido o cardápio, é hora de colocar no papel: para quantas pessoas você vai cozinhar? Não se esqueça de fazer os cálculos - se a receita servir quatro pessoas, por exemplo, e a sua ceia for para vinte, você precisará fazer cinco receitas e multiplicar todos os ingredientes. Então, anote na sua lista de compras não só quais são, mas as quantidades também. Fazer um pouquinho a mais é sempre recomendável: essa é a noite para todos comerem bem!
Não se esqueça das bebidas: pense no que cada um bebe ou deixa de beber para decidir que tipo vai servir e calcule bem as quantidades também. E claro, gele tudo com um dia de antecedência! Os homens da casa costumam gostar de cuidar dessa parte!
Repare no tempo de preparo dos pratos. Há alguns que precisam ser temperados com dias de antecedência. Ao mesmo tempo, algumas sobremesas, como mousses e sorvetes devem ficar prontas antes, na geladeira ou no congelador. Começar a preparação antes permite que, no dia da festa, você não passe a tarde na cozinha e possa se dedicar a comprar as flores, que precisam ser frescas.
O segundo e muito importante ponto da festa é a decoração. Pensar em como ficarão dispostos os móveis para acomodar todo mundo e fazer essa mudança na véspera é a garantia de que, quando chegarem, a casa estará pronta ? nunca deixe isso para em cima da hora.
Cuidado na hora de fazer os arranjos de flores: eles devem, de preferência, seguir algum padrão para que fiquem elegantes. Escolha flores que sigam a mesma cartela de tons, por exemplo: rosa escuro, claro, salmão... a mistura dos diferentes tons fica sempre linda. Se quiser arranjos coloridos, então escolha as flores pelo tipo. Um vaso cheios de flores campestres, de tamanhos variados, fica muito charmoso.
Alguns mimos para os convidados, muitas vezes, são responsáveis pelo sucesso do evento. Um delicado bilhetinho, decorado com fitas ou pequenas flores das mesmas cores do resto dos enfeites e com o nome dos convidados conquista a simpatia de qualquer um e não custa nada fazer! Neste caso, incluir uma mensagem bonita dá mais sentido ao gesto. Se quiser algo mais irreverente, que tal essa: os mesmos bilhetinhos com mensagens podem ser colados antes da festa, embaixo das cadeiras, e você anuncia a surpresa em pleno jantar.
Para a decoração da mesa, uma opção criativa é espalhar folhas verdes e pinhas que combinam muito com o clima de natal! E as músicas completam o clima, pense nisso com bastante antecedência: assim você terá tempo de ir lembrando de todas as que gosta e acrescentando à lista, deixando-a perfeita.
As opções são muitas e a Consul aposta que você tem as suas dicas preciosas também. Divida com a gente e uma linda ceia para todos!
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08/12/2010
Além dos tradicionais enfeites natalinos: a árvore, a guirlanda, o presépio e as botinhas, você gostaria de dar um quê a mais na sua casa? Inovar e ser criativa, pra sair da rotina? Então o primeiro passo é vasculhar armários e gavetas atrás do que você tem guardado. Servem fitas, fitilhos, botões e caixas vazias.
Deixe a imaginação fluir e não se limite apenas à sala da sua casa. Porque não decorar outros ambientes também? Peça idéias criativas a todos em casa e a ajuda das crianças para enfeitar!
Com fitas coloridas você pode fazer lacinhos de diferentes cores e tamanhos e colar um botãozinho no meio de cada um. Com os laços prontos, tire quadros e enfeites, escolha uma parede e espalhe-os por toda a superfície. Esse tipo de decoração dá um ar charmoso e bem familiar. Os laços também podem ser aplicados em portas, o resultado é surpreendente!
Além de guirlandas, as portas também podem ganhar um efeito de presente. Com uma fita larga, faça uma cruz e ao centro cole um grande laço. Fica lindo!
Os fitilhos com motivos de Natal podem envolver vasos de flores e fruteiras de mesa, e até bibelôs que passam o ano inteiro com a mesma roupa.
Abuse do reflexo dos espelhos: cole neles pequenos balões vermelhos de festa. Eles enchem a casa de um clima amoroso e aconchegante. Na parte onde se dá o nó do balão, amarre fitas douradas para dar o clima de Natal.
Compre guardanapos de papel temáticos e uma toalha de mesa vermelha para dar o tom na sala de jantar. Para a sala de estar e os quartos, use fronhas e capas de almofada personalizadas com desenhos de Natal.
Em volta da árvore de Natal, encha de caixas de presentes decoradas, mesmo que vazias. Use diferentes tipos de papel e fitas para conseguir um visual bem colorido.
E não se esqueça das plantinhas: amarre enfeites leves como laços, fitas, pinhas e até bonecos feitos de chocolate para decorar aquelas que também fazem parte da sua casa!
Você já criou uma decoração de Natal que todo mundo elogiou? Conte aqui no blog como você enfeita a sua casa no mês de dezembro!
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02/12/2010
Você tem ideia de como surgiu a tradição da árvore de Natal? Um verdadeiro ícone dessa época no mundo inteiro, ela tem uma longa história, na qual a Consul mergulhou de cabeça para contar aqui pra você.
Por volta do ano 1530, Martinho Lutero, um padre alemão que ficou famoso por ter sido autor da reforma protestante, andava por um bosque à noite quando notou a beleza dos topos dos pinheiros cobertos pela neve. Sobre eles, havia um céu brilhante cheio de estrelas. Ele então pegou o galho de um pinheiro, levou para casa e o enfeitou com velas e adornos tentando reproduzir a beleza da cena que havia visto: para ele, assim deveria ser a noite em que se comemorava o nascimento de Jesus. Essa é a lenda que envolve um dos maiores símbolos do Natal, a árvore, presente em tantos países e famílias há séculos.
Mesmo quem não é cristão se rende à beleza deste símbolo. Diz pra gente: quantas pessoas você conhece que decoram a árvore de Natal nesta época? Pois então. Cada um à sua maneira, mas em comum o espírito de paz e renovação que marca as festas de fim de ano.
Quanto mais personalizada for a sua árvore, melhor, mais significado ela terá. O pinheiro é o principal símbolo, mas se você mora numa região tropical, cheia de coqueiros, por que não usar um? Acima de tudo, é importante manter o espírito de natal de acordo com a realidade de cada um. Não temos neve no Brasil, mas podemos usar mil outros enfeites. Seguindo o estilo tropical, podemos usar frutas, por exemplo. As menores não pesam nos galhos e dão um colorido especial. Pense nas opções da sua região.
Agora, se você é criativa, produza seus próprios enfeites. Envolver as crianças no processo garante tardes de alegria e ensina a elas a importância de criar. Comprar enfeites prontos e pedir a ajuda dos seus filhos e sobrinhos para decorar é outra dica bacana. Uma opção muito divertida e que oferece infinitas possibilidades é o origami: com papéis multicoloridos, é possível enfeitar uma árvore com animais, flores, balõezinhos...
Mas se você não tem jeito para artes, que tal pedir para as crianças fazerem desenhos do que significa o natal para elas? Recorte círculos de papel e dê para que se divirtam! Não só as crianças podem participar: se a sua família for composta de adultos, cada um pode escrever mensagens uns aos outros. Para pendurar na árvore é muito simples. Basta um furinho e qualquer pedaço de linha, lã ou fio de náilon servem para dar um laço delicado e pendurar nas pontas dos galhos.
Os doces também podem entrar nessa! Biscoitos em forma de sinos, bonecos e estrelas também podem ser usados como enfeites. A imaginação é o limite! Existe uma linda tradição entre algumas famílias e grupos de amigos, que é a de trocar enfeites. A cada ano, as pessoas trocam entre si enfeites que tenham criado e usado no ano anterior. Assim, a árvore vai se tornando uma grande reunião de objetos representando cada pessoa querida que temos em nossas vidas.
Dê sua dica para a Consul sobre como você decora a sua árvore afinal o mais bacana de se decorar a árvore de natal é isso: dividir conhecimento com quem se gosta, envolver as pessoas que você ama, pedir que ajudem, e fazer deste ritual uma oportunidade de colocar em prática o espírito de Natal!
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