As origens da cerveja inglesa

Alguns estudos provaram que já havia cerveja quando o Império Romano chegou onde atualmente fica a Irlanda. E se sabe que muito provavelmente ao Norte da Europa eram consumidos outros fermentados espontâneos, como cidras e hidromel. No entanto, os primeiros registros apontam que a cerveja teria chegado com os colonizadores no século 3.

As mulheres eram as responsáveis por produzir a bebida, que era vendida ou trocada por itens para suas casas. Não demorou até que as pessoas passassem a consumir a bebida lá mesmo. Esses lugares foram chamados de “Ale Houses”. Logo, viraram ponto de encontro, negócios e confraternização. E receberam o nome de “Public Houses” – que por sua vez deu origem a abreviação “pub”, como até hoje são conhecidas.

Aliás, mais uma curiosidade linguística: “Ale” vem do dinamarquês “öl” e do anglo saxão “ealu”, palavras que foram levadas pelos colonizadores europeus e escandinavos e incorporados na Grã-Bretanha.

Sensorialmente, tanto as cervejas de Ales Houses quanto dos monges, que também fabricavam cervejas na região nos mosteiros, eram feitas com ervas para dar sabor as bebidas. O lúpulo mesmo só foi incorporado às cervejas a partir do século 14 por influências externas e só foi realmente apreciado a partir do século 17 na região de Londres. Os estilos de cervejas mais tradicionais, como as escocesas, até hoje usam pouco lúpulo.

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